Il Gruppo, con la G maiuscola, è l'entità con cui spesso l'educatre si trova ad interagire. Molto spesso però, è anche l'entità che l'educatore è chiamato a costruire. Perenderò in particolare considerazione, in tutti i miei post futuri, gruppi di adolescenti, come realtà a me più vicina.
E' necessario però partire da più a monte per coloro che si affacciano ora a questo tipo di cotesto, facendo quindi considerazioni più generali.
Definire il concetto di "gruppo" risulta davvero complesso, come già è stato detto per il concetto di "educazione", ma si può trovare un punto di partenza comune: la Persona.
il legame tra Persona e Gruppo è intrinseco nella natura complessa del mondo delle relazioni, che sono il motore dell'educazione: necessarie per agire. Le relazioni hanno sempre un senso, uno scopo, influenzanoe sono influenzate, in quanto manifestazioni di potere (mi piace sempre precisare che il potere non si possiede, si esercita su qualcuno o qualcosa).
Uno dei primi studiosi a teorizzare sul gruppo, e quello a cui mi sento più affine, è K.Lewin, che afferma come il gruppo sia allo stesso tempo più e meno della somma delle sue singole parti.
MENO, in quanto ognuno deve rinunciare necessariamente ad una parte della sua libertà e spontaneità;
PIU', perchè il Gruppo è una dimensione di trans-personale, una dimensione altra, come se si venisse a creare un'ulteriore soggettività nuova, che è in realtà una sorta di soggettività collettiva, per usare un gioco di parole.
Il vivere di ognuno di noi è immerso in Gruppi, più o meno ampi, più o meno espliciti ( di qui è naturale il collegamento a Brofenbrenner), e proprio per questo possiamo affermare, citand Pelamatti, che "ognuno di noi è la storia del suo rapporto con gli altri".
A livello pratico, chiamare all'attenzione queste considerazioni, puù aiutare l'educatore ad inquadrare chi gli sta davanti, a cercare di comprendere l'ambiente e i contesti che influenzano quel determinato ragazzino.
Ad un altro livello, più operativo, si può arrivare a comprendere come gestire un gruppo, le sue dinamiche e le funzioni di ciascuno.
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O conceito de "Grupo"
O Grupo, com a capital G, é a entidade com a qual o educador geralmente está interagindo. Muitas vezes, porém, é também a entidade que o educador é chamado a construir. Especialmente considerarei, em todas as minhas futuras postagens, grupos de adolescentes, como a realidade mais próxima para mim.
Entao, é necessário começar antis, para aqueles que agora enfrentam esse tipo de coisa, criando considerações mais gerais.
Definir o conceito de "grupo" é bastante complexo, como já foi dito no conceito de "educação", mas pode-se encontrar um ponto de partida comum: a Pessoa.
A ligação entre Pessoa e Grupo é intrínseca na natureza complexa do mundo do relacionamento, que é o motor da educação: necessário para a ação. Os relacionamentos sempre têm sentido, propósito, influência e influência, como manifestações de poder (eu sempre gosto de apontar que o poder não existe, exercitar em alguém ou algo assim).
Um dos primeiros estudiosos a teorizar o grupo, e o que eu me sinto mais parecido, é K.Lewin, que afirma que o grupo é cada vez mais e menos do que a soma de suas partes individuais.
MENOS, como cada um deve necessariamente desistir de parte de sua liberdade e espontaneidade;
MAIS, porque o Grupo é uma dimensão transpessoal, uma outra dimensão, como uma nova subjetividade, que é realmente uma espécie de "subjetividade coletiva".
A vida de cada um de nós é em grupos, mais ou menos extensos, mais ou menos explícitos (daqui, conexão natural a Brofenbrenner), e por isso podemos dizer, citam Pelamatti, que "cada um de nós é a história de seu relacionamento com os outros ".
Em um nível prático, para chamar a atenção para essas considerações, pode ajudar o educador a enquadrar aqueles que estão à frente dele, tentar entender o meio ambiente e os contextos que afetam esse filho particular.
Em outro nível, mais operacional, pode-se entender como gerenciar um grupo, sua dinâmica e as funções de cada um.